“Está tudo meio embaçado, como se tivesse uma névoa”
A visão perdeu nitidez aos poucos e você só percebeu quando já estava atrapalhando.
Clínica de oftalmologia em Brasília
Mais de 60 anos de experiência somada em consulta, exames, glaucoma, catarata e cirurgia refrativa. Você é acompanhado antes, durante e depois, não só no dia do procedimento.
Reconhecimento
Não é preciso saber o nome do problema. Descreva o que você sente. Nós traduzimos.
A visão perdeu nitidez aos poucos e você só percebeu quando já estava atrapalhando.
Faróis viram estrelas, as luzes ganham halos, e a rua à noite deixou de ser confortável.
Ardência, vermelhidão, aquele cisco que arranha e não sai, mesmo pingando colírio.
Você quer acordar e já enxergar. Ir para a praia, treinar, tomar banho sem administrar isso.
Você ouviu a palavra e a primeira reação foi adiar. Isso é mais comum do que parece.
Exame de rotina, sem sintoma nenhum. Também é motivo para vir.
Você não sente nada, e é justamente esse o problema. Histórico familiar pesa, e o exame que detecta é simples.
Cresce devagar, arde no sol e no vento, e o colírio só alivia. Convém saber o quanto já avançou.
Incomodou, ressecou, ou simplesmente não parava no lugar. Quase sempre é adaptação errada, não o seu olho.
Qualquer um desses motivos é motivo suficiente. A consulta existe justamente para transformar o incômodo em diagnóstico.
Agendar minha consultaComo é na prática
Quase ninguém chega dizendo o nome da doença. Chega dizendo que a rua à noite virou um borrão, que tropeçou em algo que estava ali, que a letra some no meio da página. Escolha um quadro e arraste o controle.
A catarata não chega de uma vez. Ela tira a nitidez aos poucos, e o primeiro lugar onde isso aparece costuma ser a rua à noite: os faróis crescem, ganham halos, e o contraste some.
Como a piora é lenta, o olho vai se acostumando. Muita gente só percebe o quanto perdeu quando tampa um olho e compara com o outro.
O glaucoma costuma começar pela visão de canto, e o cérebro preenche a falha com o que ele supõe que está ali. Por isso o campo pode fechar bastante antes de virar queixa: o centro continua nítido, e a impressão é de que está tudo bem.
O campo que o glaucoma tira não volta. É por isso que a medida da pressão do olho entra na consulta de rotina, antes de qualquer sintoma.
Alteração de retina ligada a diabetes costuma aparecer como manchas escuras paradas no campo de visão, áreas que embaçam sozinhas e linhas retas que parecem entortar. Melhora por alguns dias e volta, e é esse vai e vem que faz muita gente adiar a consulta.
Quem tem diabetes precisa examinar o fundo do olho mesmo enxergando bem. O exame encontra a alteração antes de ela virar sintoma.
Miopia e astigmatismo não tiram luz, tiram definição. Ao longe o contorno duplica e as letras se misturam, e o esforço constante para focar costuma aparecer no fim do dia como dor de cabeça e olho cansado.
É a queixa que mais se confunde com cansaço, e a que mais muda com um grau atualizado.
Sem alteração
Ilustração dos sintomas relatados por pacientes, com finalidade informativa. Não representa exame, diagnóstico nem resultado de procedimento. Cada olho é um caso, e só a avaliação diz o que está acontecendo no seu.
Agendar avaliação de catarataQuem conduz
Duas trajetórias longas, construídas em Brasília, com registro de especialista comprovado.
40+ anos
CRM-DF 5083 · RQE 2113
Mais de 40 anos de experiência em oftalmologia.
Especialista em cirurgia refrativa e cirurgia de catarata, além do acompanhamento de saúde ocular e exames de rotina.
Quatro décadas de sala cirúrgica significam uma coisa muito prática para você: pouquíssima situação é inédita. A avaliação pré-operatória do Dr. Rodrigues é conduzida para responder a pergunta que realmente importa: não “essa cirurgia é boa?”, mas “essa cirurgia é boa para o seu olho?”.
Agendar com Dr. José Rodrigues
20+ anos
CRM-DF 13008 · RQE 7517
Mais de 20 anos de experiência em oftalmologia.
Especialista em glaucoma, cirurgia de pterígio e adaptação de lentes de contato, além do acompanhamento de saúde ocular e exames de rotina.
O glaucoma é uma doença silenciosa: não dói e não avisa. É por isso que o trabalho do Dr. Alan é, em grande parte, sobre acompanhamento contínuo: controle de pressão, exames periódicos e ajuste de conduta ao longo dos anos, não em uma consulta isolada.
Agendar com Dr. Alan AntunesO que fazemos
Escolha o que te trouxe aqui. Cada aba tem o que realmente muda a decisão naquele caso, inclusive quando a resposta é não operar.
Depende da idade, do histórico da família e do que foi encontrado. Quem tem diabetes, glaucoma na família ou já usa óculos costuma ter um intervalo mais curto. Sai da consulta com o seu definido, não com um "volte quando precisar".
Agendar exame de rotinaA cirurgia de catarata está no rol de procedimentos obrigatórios da ANS, incluindo a lente monofocal básica.
Lentes chamadas premium (multifocais, trifocais, tóricas e de foco estendido) costumam ficar fora da cobertura obrigatória. Nesses casos, o paciente pode optar por complementar o valor.
A lente mais cara não é automaticamente a melhor para você. Lentes multifocais dividem a luz entre distâncias, o que pode gerar halos e reflexos à noite, e exigem um período de adaptação. Para quem dirige muito à noite, para quem tem determinadas condições de retina ou córnea, ou para quem é muito exigente com detalhes visuais, a lente mais simples pode ser a decisão mais acertada.
Antes de falar em modelo de lente, perguntamos sobre a sua rotina. A resposta dessas perguntas define a lente, não o contrário.
Nosso compromisso: você recebe um orçamento discriminado, entende o que cada item significa, e nenhuma indicação é feita por margem.
Marque o que vale para a sua rotina. Não é um teste e não indica lente nenhuma. Serve para você chegar na consulta sabendo o que perguntar.
Selecione ao menos uma opção acima para ver o que isso muda na conversa sobre lentes.
Nenhuma dessas observações substitui a avaliação. Espessura de córnea, condições de retina, grau e histórico definem o que é possível no seu caso, e isso só o exame diz.
A pergunta que quase todo mundo faz primeiro é quanto custa. A que decide de verdade é outra: o seu olho comporta a cirurgia? Quatro coisas definem a resposta.
A cirurgia trabalha removendo tecido da córnea, então ela precisa ter espessura de sobra. A topografia também revela irregularidades que, se existirem, contraindicam o procedimento.
Grau que ainda está mudando significa resultado que vai mudar junto. Por isso se pede um período de estabilidade antes de operar, comprovado por receitas anteriores.
Pupila que dilata muito à noite aumenta a chance de halos e reflexos no pós-operatório. É uma medida simples, feita na avaliação, e que muda a conversa sobre expectativa.
Quem já tem ressecamento antes tende a sentir mais no pós. Investigar a lubrificação ocular antes é o que permite escolher a técnica certa, ou adiar até tratar o ressecamento.
Uma parcela relevante dos candidatos avaliados não recebe indicação cirúrgica. Ouvir “não” de quem examinou é melhor do que ouvir “sim” de quem não examinou.
Ver se sou candidatoO glaucoma lesiona o nervo óptico devagar, ao longo de anos. A perda começa pela visão periférica, aquela que você usa sem perceber, e o cérebro compensa a falha completando a imagem. É por isso que quase ninguém chega dizendo “estou enxergando menos”: chega porque fez um exame de rotina, ou porque alguém da família tem.
O campo visual perdido não volta. O que o tratamento faz é impedir que a perda continue. Por isso a diferença entre descobrir cedo e descobrir tarde é tão grande.
Na maioria das vezes não é a aparência: é o incômodo. Olho que arde, que fica vermelho com facilidade, que dá a sensação de ter algo dentro mesmo depois de lavar. Colírio lubrificante alivia, mas não faz o tecido regredir.
Quase sempre a lente foi comprada pelo grau, e só. Mas o grau é uma das medidas, não a única. Curvatura da córnea, diâmetro, qualidade do filme lacrimal e quantas horas você pretende usar mudam completamente qual lente funciona no seu olho.
Também tratamos o caminho inverso: se você usa lente há anos sem acompanhamento, vale revisar. Uso prolongado sem controle traz risco para a córnea.
Agendar adaptaçãoConsulta oftalmológica completa, com avaliação especializada.
Exame para determinação do grau dos olhos.
Adaptação personalizada de lentes de contato para cada necessidade.
Medição da pressão intraocular, usada no diagnóstico de glaucoma.
Monitoramento da pressão intraocular ao longo do dia.
Teste provocativo para diagnóstico de glaucoma.
Exame do campo visual, para detectar falhas na visão.
Avaliação do ângulo da câmara anterior do olho.
Exame detalhado da retina, para diagnóstico precoce.
Fotografia do fundo do olho para documentação e diagnóstico.
Exame de alta resolução da retina e do nervo óptico.
Ultrassom ocular para diagnóstico de alterações dentro do olho.
Medição da espessura da córnea.
Mapeamento topográfico da superfície da córnea.
Avaliação das células endoteliais da córnea.
Avaliação da produção de lágrima, no diagnóstico de olho seco.
Correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo.
Cirurgia de catarata por facoemulsificação.
Remoção cirúrgica do pterígio.
Tratamento para ceratocone e outras ectasias da córnea.
Implante de segmentos de anel intraestromal para ceratocone.
Implante de lente fácica para altas ametropias.
Implante de lente intraocular secundária para correção visual.
Abertura da cápsula posterior com laser YAG.
Tratamento não invasivo para opacidades do vítreo (moscas volantes).
Cirurgia do vítreo para tratamento de doenças da retina.
Remoção cirúrgica de óleo de silicone intraocular.
Cirurgia das pálpebras, com finalidade estética e funcional.
Correção cirúrgica do prolapso de gordura nas pálpebras.
Tratamento de calázio com drenagem ou remoção cirúrgica.
Tratamento de granulomas na conjuntiva.
Remoção cirúrgica de tumores da conjuntiva.
Tratamento de cílios que crescem em direção ao olho.
Implante de plug lacrimal no tratamento de olho seco.
Remoção de corpo estranho superficial ou intraocular.
Proteção e tratamento de lesões superficiais do olho.
Nem tudo acontece no mesmo lugar: parte é feita em consultório, parte em centro cirúrgico. Na avaliação você fica sabendo onde cada etapa acontece, quem conduz e o que muda no seu caso.
Perguntar sobre um procedimentoPrevisibilidade
A maior fonte de angústia de quem procura um oftalmologista não é o risco. É o desconhecido. Então começamos por aí: da primeira consulta de rotina ao acompanhamento de quem já está em tratamento, o caminho é sempre o mesmo.
CliqueToque em cada etapa para ver o que acontece.
Você escolhe o horário por WhatsApp ou telefone. Confirmamos e enviamos as orientações antes, inclusive o que trazer, como funciona se você usa convênio e se precisa vir acompanhado.
O objetivo é entender o seu olho: como você enxerga hoje, como estão a pressão, a retina e a lubrificação. A maior parte das consultas termina em uma receita, uma orientação ou um intervalo de controle, e essa é uma conclusão tão legítima quanto qualquer outra.
Você fica sabendo o que precisa de tratamento agora, o que só precisa de acompanhamento e o que não é problema nenhum. Havendo mais de um caminho, você conhece todos: o que cada um exige de você e quanto custa. Sem pressa e sem termo técnico que você não entenda.
Na maioria das vezes é a receita de óculos, um colírio, a adaptação de uma lente de contato ou apenas um controle periódico, e você sai sabendo como usar e por quanto tempo. Quando a indicação for cirúrgica, você vai saber quanto tempo dura, o que vai sentir, o que vai enxergar, quem estará na sala e quando poderá voltar para casa, antes de decidir.
Você sai da consulta com o próximo retorno já definido, seja o controle anual da sua visão, a revisão do grau, o acompanhamento da pressão de quem tem glaucoma ou o pós-operatório. E existe canal aberto para dúvida no intervalo: se algo parecer estranho depois, você não vai ficar procurando resposta na internet.
Não encontrou o seu plano? Também atendemos particular. A cobertura é confirmada no agendamento, porque alguns exames e procedimentos dependem de autorização prévia do plano.
O que ninguém comunica
Existe um padrão que se repete em relatos de pacientes de oftalmologia em todo o Brasil: a pessoa sai do consultório com tudo esclarecido, a dúvida aparece dois dias depois, e não há com quem falar.
Aí ela vai procurar resposta em fórum, em comentário de blog, em vídeo. E encontra o relato mais assustador possível, escrito por alguém com um caso que não tem nada a ver com o dela.
Isso não é falha médica. É falha de acompanhamento. E é totalmente evitável.
Na Visomed, o acompanhamento é parte do tratamento, não um favor. Você sai com o próximo retorno já definido e com um canal direto para as dúvidas que aparecem entre uma consulta e outra.
Vale para o colírio que começou a arder, para o óculos novo que ainda parece estranho, para a pressão de quem tem glaucoma, para a criança que continua franzindo os olhos na escola e, claro, para quem operou. A pergunta pequena é justamente a que costuma ficar sem resposta.
Você não vai precisar decidir sozinho se aquilo que está sentindo é normal.
Dúvidas
Sim, e é justamente esse o ponto. Glaucoma, alterações de retina ligadas a diabetes e o início de catarata costumam não dar sintoma enquanto ainda são fáceis de controlar. Quando o sintoma aparece, parte do caminho já foi percorrida. A consulta de rotina existe para encontrar antes.
Depende da idade, do histórico da família e do que for encontrado. A orientação mais comum é uma avaliação por ano, com intervalo menor para quem tem diabetes, pressão alta, glaucoma na família ou já usa óculos. Você sai da consulta com o seu intervalo definido, não com um “volte quando precisar”.
Não. Você marca direto pelo WhatsApp ou pelo telefone. Se for usar convênio, alguns planos pedem guia ou autorização prévia, e a orientação sobre isso é dada no momento do agendamento.
Esse é, de longe, o medo mais comum, e é legítimo. Na consulta, você vai receber a explicação completa de como funciona a anestesia, o que se vê, o que se sente e o que não se sente. Ansiedade em relação a procedimento ocular é algo previsto e conduzido, não algo que você precisa “superar sozinho”.
É o receio mais relatado por pacientes de catarata no Brasil. Na avaliação, você vai receber a informação real sobre riscos do seu caso específico, que é diferente de risco genérico lido na internet. Adiar por medo também tem consequência: a catarata muito avançada torna o procedimento mais complexo.
Não. Essa é uma das crenças mais antigas e mais prejudiciais em oftalmologia. O critério atual é o impacto na sua vida: se já atrapalha ler, dirigir, trabalhar ou se locomover com segurança, é hora de avaliar.
Pode acontecer, principalmente em graus altos, e isso será dito a você antes, não depois. Também será explicado o que se faz nesse cenário. Expectativa alinhada no pré-operatório é o que separa um bom resultado de uma frustração.
Ressecamento no pós-operatório de cirurgia refrativa é comum e, na maior parte dos casos, transitório. Existem fatores que aumentam esse risco, e é exatamente por isso que a avaliação pré-operatória investiga a sua lubrificação ocular antes de definir a técnica.
Depende do caso, da idade e da técnica, e ninguém honesto responde isso sem examinar seus olhos. O que podemos garantir é que você vai saber o cenário realista antes de decidir, e não descobrir depois.
Nem todo mundo é, e isso é uma questão de segurança. Quatro fatores definem a resposta, e todos são medidos na consulta: espessura e formato da córnea, estabilidade do grau, diâmetro da pupila no escuro e a lubrificação do olho. Cada um está explicado na aba de cirurgia refrativa.
Varia conforme o procedimento, a técnica e o tipo de lente. Você recebe orçamento discriminado após a avaliação, com cada item explicado, e não é cobrado nada antes disso. Se o atendimento for por convênio, a consulta segue a cobertura do seu plano, e os planos atendidos estão listados em Como funciona. No particular, o valor da consulta é informado no agendamento pelo WhatsApp, antes de você vir.
Sim, são 32 planos atendidos hoje, e a lista completa está em Como funciona. Se o seu não estiver lá, o atendimento segue como particular. A cobertura é confirmada no agendamento, porque alguns exames e procedimentos dependem de autorização prévia do plano.
Experiências
Avaliações verificadas, publicadas por pacientes. Ver as 102 avaliações
Visita
Primeiro passo
Você pode continuar convivendo com a visão embaçada, com o incômodo, com o colírio que não resolve, ou pode, em uma consulta, descobrir exatamente o que está acontecendo com seus olhos e quais são as opções reais. Vale igual para quem só quer o exame anual e para quem já chegou pensando em cirurgia.
Nenhuma decisão será tomada nessa consulta que não seja a sua.
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