O que a gente explicaria na consulta, se o tempo fosse infinito.
Textos sobre catarata, cirurgia refrativa, glaucoma, retina e diabetes, lentes de contato e consulta de rotina, escritos para quem está decidindo o que fazer com os próprios olhos.
O que realmente define a hora de operar a catarata: o incômodo no dia a dia, não o tamanho da opacidade. E por que a orientação de esperar amadurecer ficou para trás.
Diferenças reais entre lente monofocal, multifocal, tórica e de foco estendido na cirurgia de catarata, e as perguntas que definem qual combina com a sua rotina.
O que acontece dia a dia na primeira semana depois da cirurgia de catarata, o que é normal sentir, o que exige contato imediato e quando cada atividade volta.
Espessura de córnea, estabilidade do grau, formato da córnea e lubrificação: os quatro critérios que definem quem pode fazer cirurgia refrativa, e por que ouvir não é má notícia.
Diferenças entre Lasik, PRK e implante de lente fácica: como cada uma funciona, quanto dói, quanto tempo de recuperação e para qual tipo de olho cada uma é indicada.
Por que quem tem diabetes precisa examinar o fundo do olho mesmo sem queixa nenhuma, com que frequência, e o que o exame consegue encontrar antes do sintoma.
O que uma consulta oftalmológica de rotina consegue detectar sem que exista sintoma nenhum, quais exames fazem parte dela e por que o intervalo é individual.
Por que a lente de contato para astigmatismo alto exige uma adaptação diferente, o que faz a visão oscilar durante o dia e quando a lente rígida entra na conversa.
Por que o clima de Brasília favorece o pterígio, como diferenciá-lo da pinguécula, o que reduz o risco de crescer e quando a cirurgia entra na conversa.